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O espetáculo Henrique IV acontecerá no domingo (08) ás 20h no Teatro Municipal Severino Cabral, a peça questiona em que medida se pode atribuir à loucura as condutas humanas e procura nos fazer refletir sobre o que somos e o que aparentamos ser. O enredo da peça mostra um personagem que é consequência das normas de uma sociedade que exige do homem uma imagem condizente com suas convenções, tendo em vista que a peça tem como conflito principal a vida de um personagem que, durante uma festa carnavalesca, perde a noção da realidade e passa a interpretar um ser que na verdade não o pertence. Durante o desenrolar da história é descoberto que durante muito tempo o personagem já sabia da sua condição de ser farsante e novamente o público é questionado a pensar em qual o limite entre a loucura e a sanidade. Com direção de Osvaldo Anzoli e baseado no texto do italiano Luigi Pirandello, o Curso de Bacharelado em Teatro da Universidade Federal da Paraíba trás para Campina Grande a pré-estreia do espetáculo que foi considerado um dos mais importantes do século XX.

Classificação: livre


‘’Somático’’ se apresentará no domingo (08) ás 17h30 no SESC Centro complementando o VI Festival ATOS de Teatro Universitário, o espetáculo explora na cena a relação entre uma atriz e um artista visual, criando um espaço de improviso entre audiovisual e ação. Esse jogo de relações entre os elementos de cena permite espaços de improvisos e variações nas apresentações, com o objetivo de produzir sentidos não previstos antecipadamente, tornando cada apresentação um evento único. Pequenas narrativas são incorporadas na interação entre a atriz e o cenário. A expressividade e linguagem corporal interpretada pela performer Monica Siedler intercalado com as projeções gráficas exibidas pelo artista visual Roberto Freitas é a peculiaridade do espetáculo. O espetáculo vem para Campina Grande com a companhia ARCO Produções, de Florianópolis. A ARCO é um espaço de investigação e produção artística criado no início de 2004 pelo artista visual Roberto Freitas firmando parceria com a performer Monica Siedler. (2002). Juntos, de forma colaborativa, a dupla de artistas divide o desejo de experimentar novas possibilidades e configurações de linguagem.

Classificação: livre

“Encontraria a Maga?” – essa é a pergunta que inicia o jogo do espetáculo ‘’Rayuela’’ que se apresentará domingo (08) ás 16h no SESC Centro e tal como o jogo da amarelinha evocado (Rayuela, em espanhol), onde a pedra é lançada em cada casa, a cada momento há possibilidades múltiplas capazes de fazer o jogo prosseguir, paralisar ou recomeçar. O esquete “Rayuela” busca mostrar de forma lírica e simbólica, essa busca pelo outro, essa busca pelo céu; dois personagens presos em sua solidão, mas ligados pelo desejo, pelo sadismo e pela saudade. Da Companhia Plúmbea e direção de Ana Cecilia Reis de Azevedo o espetáculo carioca chega em Campina Grande para complementar o VI Festival ATOS de Teatro Universitário.

Classificação: livre


Durante os dias 05 a 08 de dezembro, acontecerá em Campina Grande o XI Festival de Atos, realizado pela Universidade Federal da Paraíba - UFCG. A programação do festival conta com a realização de oficinas, dentre elas a oficina de Arte Interativa, que será das 14 às 17 horas entre os dias 06 a 08 de dezembro.

 Ministrada pelo Professor Adjunto I no IHAC/UFBA e Coordenador da Área de Concentração em Artes e Tecnologias Contemporâneas Cristiano Figueró.  A oficina abordará a arte interativa, que envolve de alguma forma a participação do espectador no espetáculo. Cristiano tem experiência na área de Artes, com ênfase em Composição Musical, atuando principalmente nos seguintes temas: música computacional e composição eletroacústica, performance musical e Arte Interativa. A inscrição para participar da oficina é gratuita.
 Fonte: Site Notícias do Dia (Rosane Lima/ND)

Nos dias 06 a 08 de dezembro, das 14 às 17 horas, acontecerá a oficina sobre a presença do ator nas diferentes mídias, uma das várias oficinas gratuitas oferecidas pelo XI Festival de Atos em Campina Grande. A oficina trabalhará a discussão, sobretudo no que se refere à relação desse tema com as diferentes práticas ligadas à presença da mídia na formação do ator, como isso interfere na performance e a interatividade com o público.

Quem irá guiar a oficina será o ator e diretor Lau Santos, Doutorando em teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), autor do livro: Tela e Presença: o diálogo do autor com a imagem projetada, publicado em 2012 pela Editora Letras Contemporâneas. É também criador da experiência audiovisual cine-ao-vivo. Desenvolve trabalhos no campo da presença, performance, tele/presença, além da relação do ator com a câmera e com a imagem e as consequências disso na plateia.

 Entre os dias 06 e 08 de dezembro, das 14 às 17 horas acontecerá a oficina de Direção oferecida gratuitamente pelo XI Festival de Atos. Na oficina serão abordadas questões voltadas para o processo de direção teatral.
          A oficina será ministrada pelo diretor teatral, cenógrafo e figurinista Márcio Meirelles, responsável pela revitalização do Teatro Vila Velha, que hoje é um grande centro de formação, criação, intercâmbio e difusão das artes cênicas. Márcio é diretor de grandes espetáculos teatrais no país inteiro como “Ó pai Ó”, que se tornou filme sob a direção de Monique Gardemberg. Ganhou vários prêmios e também já dirigiu vários shows de música, comemorativos de entrega de prêmios e de lançamentos de projetos. 
O coletivo “+ Um Coletivo de Arte”´, Cabedelo – PB,  apresenta na tarde do domingo, 7,  o espetáculo “Bagaço” durante o Festival Atos de Teatro Universitário. A apresentação acontece no Teatro do Sesc Centro, às 15h.
O +Um Coletivo de Arte surgiu com o processo criativo do trabalho Bagaço, cujo início se deu em outubro de 2013, culminando na estreia que ocorreu no Teatro Laboratório Jeziel Figueiredo, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal-RN. Além desse trabalho, o coletivo criou uma performance para homenagear os 30 anos da estreia do Caldo de Cana, que inspirou a criação do Bagaço.
O experimento em processo, denominado de Bagaço, é resultado da pesquisa de mestrado em Artes Cênicas de Rafaella Lira Amorim, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN. Esta investigação buscou dialogar artisticamente com o espetáculo de dança Caldo de Cana, foi uma montagem paraibana em 1984, que se articulou de modo pioneiro artistas de diversas linguagens e representou o forte desejo de profissionalização da dança local. A tentativa é de reinscrevê-lo na história de dança local, partindo de memórias de bailarinos que dançaram o Caldo de Cana, assim como de seus vestígios materiais. Bagaço se define por ser um registro de afetos. É uma criação baseada na nossa própria experiência perceptiva destas lembranças, é como este espetáculo nos toca e nos leva a ação. O espetáculo tem duração de 25 minutos. Classificação: 14 anos
O VI Festival Atos de Teatro Universitário é realizado pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) em parceria com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), a Prefeitura Municipal de Campina Grande, o Sesc e o Teatro Municipal Severino Cabral. A entrada é gratuita.