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Nesta noite do dia 05/12/14 o espetáculo #VIRAL se apresentou no teatro Municipal Severino Cabral em Campina Grande, no VI Festival Atos de Teatro Universitário.



O espetáculo abordou questões contemporâneas como sociedade líquida, questões como lógica da beleza, juventude e felicidade, utilizou-se de tecnologias como iluminação, projeções, gravações em tempo real e uma conectividade com as novas mídias sociais como facebook, wathsapp, selfies... Fator este que muito se identificou com o festival atos, por ter essa característica de trazer as tecnologias para o teatro.


#VIRAL encerrou a noite de abertura do VI Festival Atos de Teatro Universitário com um diferencial que foi a interação com o público presente no local. O VI Festival Atos segue com suas apresentações nos dias  06, 07 e 08 de dezembro, com mesas, oficinas e espetáculos no SESC Centro, Teatro Municipal Severino Cabral e Universidade Federal de Campina Grande.





Está acontecendo dentro das festividades do IV Festival Atos de Teatro Universitário uma oficina ministrada pelo Diretor de Teatro Márcio Meirelles. A oficina está acontecendo desde a noite de abertura do festival (sexta-feira 05/12/14) encerrando-se no domingo dia 07/12/14.
Na tarde deste sábado o assunto que foi abordado na oficina foi  um texto de  Shakespeare chamado Hamlet Máquina. Estão fazendo uma análise do texto e observando as possibilidades de dirigir esse texto, analisando as melhores estratégias para uma melhor direção teatral.
O VI Festival Atos de Teatro Universitário acontece nos dias 05,06,07 e 08 de dezembro com espetáculos, oficinas, mesas de debates realizados no Teatro Municipal de Campina Grande, Sesc Centro, e Universidade Federal de Campina Grande.



     Composta por Helder Vasconcelos, músico, dançarino e ator do Recife, e por Mônica Siedler e Roberto Freitas , pesquisadores ligados ao teatro e as artes plásticas de São Paulo, a discursão começou acerca da colaboração tecnológica para fortalecer a relação direta entre som e gesto/palco e tradição.

     Helder, idealizador de uma nova tecnologia que usa os conceitos do som produzido pelo sapateado de maneira digital, questiona o que se tornou a performance no palco: “Música ou dança?’’ Com satisfação, ele revela que ambas podem ser notadas, e que com a ajuda dos avanços tecnológicos a percepção do que se é visto muda.
    
 Roberto e Mônica, parceiros em diversos projetos, entre eles o espetáculo Somático (Atração do Festival Atos no domingo), abordaram a temática do uso de uma tecnologia acessível, e de como as ideias se reconfiguram ao passar do tempo.


Ainda nessa perspectiva, os palestrantes mostraram o interesse em quebrar a hierarquização do ator como peça principal do espetáculo, substituindo-o por imagens e sombras, e reconfigurando assim, a forma de se fazer teatro.

Com diálogos entre os espectadores e levantando temas pertinentes aos presentes, a mesa de debates se encerou com grande êxito e satisfação para os participantes e organizadores. 




O VI Festival Atos vem com uma proposta de popularizar o teatro e o acesso à cultura para a população campinense. Com espetáculos, oficinas e palestras gratuitas muito desse caráter integrador do evento vem da sua fundação.

Pensado inicialmente como uma forma de apresentar para a população as peças produzidas pelos alunos de Arte e mídia da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande). O festival cresceu e trouxe arraigado consigo o conceito de disseminar o aprendizado e a cultura, tanto para quem trabalha como voluntário quanto para o público.

Nathan Cirino, coordenador geral do festival, diz que que o evento é uma forma de devolver a sociedade aquilo que se é recebido na universidade, sendo assim, uma maneira de desmistificar a ideia de que o teatro é um entretenimento elitista. Mostra que a arte está ao alcance de todos: “As pessoas podem vir aqui, assistir os espetáculos, pensar o teatro de maneira diferente, e voltar para casa sem gastar nada”.

Para Ludemberg Bezerra, um dos fundadores do Festival, é imensamente gratificante perceber o quanto um projeto, outrora pequeno, se consolidou com o passar dos anos, atraindo gente do Brasil inteiro que deseja participar. Quem estava na dúvida do que fazer entre os dias 5 e 8 de dezembro, podem comparecer ao Festival Atos de Teatro, e assistir aos espetáculos “#Viral” e “Bela Flor” que começarão logo mais às 19:00.
O Festival Atos de Teatro Universitário apresenta o espetáculo “Doralinas e Marias” (Classificação: livre) no próximo dia 08 de dezembro (segunda-feira), às 18 horas, no SESC Centro,e Campina Grande. A peça teatral, dirigida por Lucivânia Lima, é realizada pelas companhias LaCrirCe e Atuantes em Cena, ambas de Juazeiro do Norte, Ceará.
 
Formado por estudantes e pesquisadores da URCA (Universidade Regional do Cariri), a encenação conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, através do Edital de Incentivo às Artes 2011. Assim, alguns integrantes do Coletivo Atuantes em Cena passam a desenvolver a criação desse espetáculo, que esteve, dentre outros, presente da programação do Festival Universitário de Guaramiranga e da programação do CCBNB Cariri. 

No enredo, Alice, Sofia, Doralina e Doralice são as Doralinas e Marias, mulheres que se confundem com as estações do ano e são presentes e ausentes. Tendo seus caminhos regidos e narrados por Manoel, as mulheres desse espetáculo vivem ações ininterruptas que marcam as graças e desgraças de suas vidas. Essas damas mutáveis e indecifráveis vagueiam por todo o tempo que passou, que é e que será. Trazendo uma reflexão intimista para a plateia.
O Festival Atos de Teatro Universitário é uma iniciativa da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e acontece entre os dias 5 e 8 de dezembro, com atividades no Teatro Severino Cabral , Paulo Pontes e SESC Centro.

O espetáculo “Capitães do Asfalto” (Classificação: 12 anos) será apresentado pelo VI Festival Atos de Teatro Universitário, no dia 8 de dezembro (segunda-feira), às 15 horas no SESC Centro, Campina Grande. Produzido pela companhia Trupe dos Pensantes, dirigido por Lorenna Gonçalves, à peça é oriunda do Crato, cidade do Ceará. 
A maioria dos colaboradores do espetáculo são estudantes ou pesquisadores da Universidade Regional do Cariri- URCA, e procuram trazer a realidade das ruas e a marginalização dos menores ao palco. 

No enredo, temos a retratação das crianças que se adaptam ao terrível mundo do abandono e das ruas, modificando assim seus destinos. Lutam contra a pobreza e pela liberdade que lhes foi roubada. O roteiro retrata a vida de meninos-homens que precisam ser fortes para aguentar as mazelas de uma sociedade marginalizada e a luta contra a miséria. 

O espetáculo promete mexer com o público e trazer uma discursão crítica sobre o tema abordado. A intenção dos produtores é ir além de fazer com que o espectador apenas pense: “É necessário também que ele aja, acione, realize, faça, atue.”

O espetáculo Henrique IV acontecerá no domingo (08) ás 20h no Teatro Municipal Severino Cabral, a peça questiona em que medida se pode atribuir à loucura as condutas humanas e procura nos fazer refletir sobre o que somos e o que aparentamos ser. O enredo da peça mostra um personagem que é consequência das normas de uma sociedade que exige do homem uma imagem condizente com suas convenções, tendo em vista que a peça tem como conflito principal a vida de um personagem que, durante uma festa carnavalesca, perde a noção da realidade e passa a interpretar um ser que na verdade não o pertence. Durante o desenrolar da história é descoberto que durante muito tempo o personagem já sabia da sua condição de ser farsante e novamente o público é questionado a pensar em qual o limite entre a loucura e a sanidade. Com direção de Osvaldo Anzoli e baseado no texto do italiano Luigi Pirandello, o Curso de Bacharelado em Teatro da Universidade Federal da Paraíba trás para Campina Grande a pré-estreia do espetáculo que foi considerado um dos mais importantes do século XX.

Classificação: livre