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VOZ E PRESENÇA CÊNICA, por Mayra Montenegro
A atriz, cantora, preparadora vocal e professora do curso de Teatro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Mayra Montenegro, ministra nos dias 01 e 02 de dezembro a oficina “Voz e Presença Cênica”. A oficina tem como objetivo despertar a consciência da dimensão física da voz. A voz como corpo, a ativação da musculatura e dos impulsos corporais visando maior presença e domínio da voz.







PRESENÇA: QUANDO A DANÇA LHE DANÇA, por Eleonora Montenegro
Nos dias 01 e 02 de dezembro, a professora do Departamento Musical da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Eleonora Montenegro, conduz a oficina “Presença: Quando a Dança lhe Dança”. O objetivo da oficina é, através das Danças Circulares Sagradas, nascidas das danças populares ou dança dos povos, e toda a possibilidade técnica e de encantamento que lhes é inerente, buscar o reconhecimento do espaço-ritmo interno e externo e a recriação de um espaço-tempo de reencontro com a dimensão poética de/do Ser.

DIÁLOGO MESTIÇO: ENCONTRO E COMPARTILHAMENTO, por Gilsamara Moura
A doutora Gilsamara Moura, professora da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia (UFBA), ministrará nos dias 01, 02 e 03 a oficina “Diálogo Mestiço: Encontro e Compartilhamento”, que tem como proposta trabalhar com corpos, concepções e pensamentos diversos, configurando um ambiente híbrido. Nesse ambiente o participante poderá experimentar criação individual e coletiva, composição cênica e coreográfica; elaborar experimentações criativas. Essas experimentações estarão permeadas de discussões a respeito de processo e produto, teoria e prática, projeto artístico e projeto acadêmico, entre outros.

CORPO CÔMICO: UM MERGULHO NO [RI]O DO PALHAÇO, por Diocélio Barbosa
A oficina “Corpo Cômico: um mergulho no [ri]o do palhaço” constitui-se num desdobramento da pesquisa de mestrado de Diocélio Barbosa, na UFRN, na qual ele procura refletir e experimentar sobre os aspectos que auxiliam na construção corpórea do palhaço na hora de despertar o riso. A oficina será realizada nos dias 02 e 03 de dezembro e, no dia 03, como parte das atividades da oficina, haverá uma intervenção na Praça da Bandeira com os palhaços-pesquisadores Daniel Nóbrega e Irla Medeiros, da Cia. dos Clownssicos de João Pessoa.

Todas as oficinas são gratuitas e serão realizadas das 09h às 12h no Centro de Arte e Cultura da UEPB, localizado na Av. Getúlio Vargas, nº 44, Centro. A intervenção do dia 03 acontecerá na Praça da Bandeira. As vagas são limitadas a 20 pessoas por oficina e as inscrições estão abertas até segunda-feira, 28 de novembro, e podem ser feitas clicando AQUI. O resultado dos selecionados será feito na terça-feira, 29, via e-mail.
O Festival Atos de Teatro Universitário, uma realização dos alunos, professores e funcionários do curso de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), inicia sua oitava edição nessa semana. Dos dias 01 a 03 de dezembro, diversas oficinas, palestras e mostras teatrais serão realizados na cidade de Campina Grande,
O VIII Festival Atos de Teatro Universitário, em articulação com a Fundação Espaço Cultural (FUNESC), abre inscrições para o workshop laboratorial 'CORPO CÔMICO: um mergulho no [ri]o do palhaço’, em Campina Grande. Com inscrições gratuitas, a vivência será ministrada pelo pesquisador Diocélio Barbosa, com a participação dos palhaços-pesquisadores da Cia. dos Clownssicos, nos dias 02 e 03/12, das 9h às 12h, no Centro de Arte e Cultura da UEPB. Estão sendo oferecidas 20 vagas, destinadas a artistas e estudantes de teatro/circo a partir dos 15 anos. Além desta atividade de formação, o festival também abriu inscrições para as seguintes oficinas: “Voz e presença cênica”, com Mayra Montenegro, “Presença: quando a dança lhe dança”, com Eleonora Montenegro e “Diálogo Mestiço: encontro e compartilhamento”, com Gilsamara Moura, professora da Escola de Dança da UFBA.


A vivência é o desdobramento de uma pesquisa de mestrado em desenvolvimento na UFRN e busca ativar no corpo do palhaço uma qualidade de jogo, de modo a lhe auxiliar na investigação de ações físicas orgânicas em busca de um estado risível. Esta oficina tem como objetivo investigar e apontar possibilidades criativas de descoberta/reconhecimento do universo do palhaço em estado de jogo, acreditando num processo no qual o ser humano é descobridor de si mesmo, e que essa descoberta se dá a partir da revelação do seu avesso para o mundo.
A expectativa é que os “rios” a serem navegados por esta vivência contribuam para a reflexão da práxis do palhaço. No entanto, é preciso compreender que este é apenas um dos muitos percursos que pode ser explorado. O importante é que a carpintaria no trabalho de composição do palhaço seja bem-feita e que a “embarcação” (corpo) esteja fortalecida e preparada para receber as ondas afetuosas, durante a agitação do encontro com as “águas interiores” dos espectadores. Só assim, abertos ao jogo ritual, é possível sentir o prazer em estar em cena, avistar o horizonte e gritar: “Terra à vista!”.

Diocélio Barbosa iniciou sua carreira artística no ano de 2000. Possui experiência na Aérea de Artes como: Ator, Palhaço, Circense, Diretor, Arte-Educador, Pesquisador, Gestor e Produtor Cultural. Licenciado em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela UFPB, Especialista em Gestão e Produção Cultural pela UFCG com estudo em Marketing Cultural e Mestrando em Artes Cênicas pela UFRN. Atualmente é Coordenador de Circo do Estado da Paraíba e da Escola Livre de Circo Djalma Buranhêm ambas pela FUNESC. Participou como bolsista de importantes projetos de extensão e pesquisa na aérea circense pela UFPB: “O Circo na Escola” pelo PROBEX e “Dramaturgia Circense” pelo CNPq. Como produtor coordena as atividades da produtora Arlequin Produções, pelo qual criou o projeto Balaio Circense (Atualmente em sua IV edição). Formado pelo curso de reciclagem da Escola Nacional de Circo (RJ). Palhaço por convicção já apresentou em diversos festivais pelo Brasil e participou de mais de quinze encontros com palhaços renomados através de oficinas de formação na arte da palhaçaria.


            A oficina será realizada no Centro de Arte e Cultura da UEPB nos dias 2 e 3 de dezembro de 2016 das 9h às 12h, as inscrições estão abertas e podem ser feitas no endereço:  AQUI

 O resultado dos selecionados para as oficinas será divulgado dia 29.11.2016 através do e-mail
Inscrições Gratuitas. 
Após quatro dias com atrações nacionais e internacionais e um domingo, 6, com programação diversa como a palestra e oficina do ator Luiz Carlos Vasconcelos e o espetáculo infantil “Maria Língua de Trapo”, do Grupo PAM de Campina Grande, a sétima edição do Festival Atos de Teatro Universitário chegou ao fim.

Luiz Carlos Vasconcelos (FOTO: Equipe Atos)
O evento foi encerrado na noite deste domingo, no Teatro Municipal Severino Cabral, com duas apresentações, a primeira do grupo Cordel em Canto, de teatro de rua, com o espetáculo “A discussão dum fiscal com uma fateira”, que tem um enfoque na cultura nordestina.
"Os Geraldos" (FOTO: Equipe Atos)
O grupo ainda fez uma homenagem prévia à atriz Marília Pêra que faleceu no último sábado (05). A apresentação ocorreu em frente à casa de espetáculos e despertou muito riso no público.
     
Grupo "Cordel em Canto" (FOTO: Equipe Atos)
A segunda peça, “O Último Sarau”, do grupo "Os Geraldos" da Unicamp –SP, continuou a noite na mesma linha de humor, só que dessa vez com um pouco de drama. O espetáculo relatou o velório de um grande poeta que recebe muitas homenagens bem humoradas.

Concluindo o festival, os coordenadores Nathan Cirino e Eliane Lisboa fizeram os agradecimentos a todos patrocinadores e colaboradores do evento e anunciaram a expectativa de que no ano de 2016 acontecerá mais um Festival Atos de Teatro Universitário.

A última noite do Festival Atos de Teatro Universitário, contará com a exibição de dois espetáculos que se apresentarão no Teatro Municipal Severino Cabral, a partir das 19h deste domingo (06). 

O grupo “Cordel em Canto” de Campina Grande, se apresentará às 19h, com o espetáculo "Discussão dum fiscal com uma Fateira". O espetáculo traz a história de um fiscal que tenta de várias formas conseguir o pagamento da mulher, mas o resultado termina de forma inesperada. 

A fateira, representando a raiva do povo pela imposição do estado, desafia o fiscal de modo corajoso. A encenação acontece em frente ao Teatro Municipal. A Cia Cordel em Canto tem como características principal o teatro de rua. A direção é de Arly Arnaud.

O grupo “Os Geraldos” da Unicamp/Campinas - SP, apresenta o espetáculo "O Último Sarau " ás 20h, Trata - se de uma comédia - dramática que evoca a memória de uma realidade cultural interiorana distinta da de grandes centros e marcada por uma produção artística menos sujeita a interferências estilísticas e transformações vanguardista. 

Poemas, canções e cenas que fizeram parte da história do grupo são apresentados durante o espetáculo. A peça tem direção de Robert Mallet. A entrada é gratuita.


O último dia do Festival Atos de Teatro Universitário, que acontece nesse domingo(06) terá a presença do ator Luiz Carlos Vasconcelos. Paraibano, o profissional já atuou em diversos trabalhos na tv como minisséries “Pedra do Reino” e “Queridos amigos”, e em novelas como novela Senhora do Destino, Geração Brasil e atualmente faz o Bento em “Além do Tempo”.

No cinema, Luiz Carlos Vasconcelos também já registrou seu nome com importantes e conceituados filmes, como “Baile Perfumado”, “O Primeiro Dia”, “Eu, Tu, Eles”, “Abril Despedaçado”, “ Carandiru”, “Árido Movie”, “Romance do Vaqueiro” e “Mutum”.

O ator estará presente no Festival, ministrando a palestra “O ator e as diferentes mídias”, a partir das 14h no Sesc Centro. Logo em seguida, o público escrito irá participar de uma oficina exclusiva com Luiz Carlos.
                                      

Espetáculo “La Serva Padrona”
O espetáculo campinense “La serva Padrona” também está confirmado no último dia do Festival Atos.  A peça é classificada como um intermezzo, ou seja, um tipo de espetáculo que era executado nos intervalos das óperas sérias. Com a direção musical e vocal de Malu Mestrinho, direção cênica de Eliane Lisboa e regência do maestro Vladimir Silva, o espetáculo será apresentado no Sesc Centro, às 16h30.


A peça relata a história de Uberto, um solteirão convicto, confronta-se com o comportamento pouco convencional e impertinente de sua criada Serpina, a quem ele criara desde menina. Serpina costuma assumir ares de patroa mandando e desmandando em todos na casa. Desesperado, Uberto pede a Vespone, seu criado, mudo, que lhe arranje uma noiva. Serpina aprova a decisão de Uberto, mas entende que é com ela que o patrão deve se casar e que por isso deve desde já ser tratada como patroa.
Espetáculo "P'S" é um dos destaques na programação de hoje (FOTO: Divulgação)

A programação do terceiro dia do Festival Atos de Teatro Universitário começa a partir das 9h deste sábado, dia 5, no miniteatro Paulo Pontes, anexo ao Teatro Municipal Severino Cabral, centro de Campina Grande. No local acontecerá a mesa-redonda “Teatro e Novas Tecnologias”, a ser liderada pela professora doutora Marta Isaacsson, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

À tarde, a partir das 15h, será a vez da Trupe dos Pensantes da Universidade Regional do Cariri (URCA), do Juazeiro do Norte (Ceará), apresentar o espetáculo “Alô Brasil”, no Sesc Centro. Em seguida, às 16h, o professor Fábio Freitas, da Universidade Federal de Campina Grande, fará uma reflexão sobre os espetáculos Alô Brasil, Potestade (Coletivo Teatro da Margem) e Arquivo 64/15 – Porões da Ditadura (Grupo Coato), destacando a ditadura militar no Brasil.

"Diálogos de Vida e Morte" (FOTO: Divulgação)
A programação da noite será realizada completamente no Teatro Severino Cabral. Ela terá início às 19h com a abertura da exposição de dois trabalhos multimídia da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia, no hall da casa de espetáculos. Logo após, às 20h, o grupo Palavra e Ato da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresenta “Diálogo de Vida e Morte” e, encerrando o dia, às 20h30, o grupo Trapiá Companhia Teatral da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), campus Caicó, traz o Espetáculo “P’S”. O Festival segue até este domingo, dia 6.

Arquivo 64/15 – Porões da Ditadura
"Arquivo 64/15 - Porões da Ditadura" (FOTO: Jéssica Oliveira)

A noite da sexta-feira, dia 4, na sétima edição do Festival Atos, foi marcada pela apresentação do espetáculo Arquivo 64/15 – Porões da Ditadura, realizado pelo Coletivo Coato, de Salvador (BA), no Sesc Centro. Pela primeira vez no Festival Atos, o espetáculo refletiu sobre os desaparecidos da ditadura militar no Brasil. Com o formato teatro de arena, o público ficou em cima do palco, junto ao espetáculo.

Segundo o diretor Marcus Lobo, a peça é originalmente feita assim, com esse contato direto com o público, isso faz parte da construção do espetáculo e ainda nos traz um relato de uma experiência bastante rica para o grupo: Durante um dos atos são desenterradas e apresentadas fotos de reais desaparecidos no período da ditadura militar, e, em uma das apresentações na Bahia, ao fim do espetáculo um senhor veio procurar uma das atrizes e questioná-la se conhecia a pessoa da foto, aquela pessoa era o seu avô, um ator, desaparecido durante a ditadura.